RESUMEN GRUPO DE TRBAJO 90

GT 90.  ARCHIVOS, MEMORIAS Y BUROCRACIAS

Coordinadores:

Dra. Eva Muzzopappa  IIDyPCa - Universidad Nacional de Río Negro/ Equipo de Antropología Política y Jurídica (UBA) Argentina  emuzzopappa@unrn.edu.ar

Prof. Jorge Eduardo Enriquez Vivar Dpto. Ciências da informação- Faculdade de Comunicação/Universidade Federal do Rio Grande do Sul   jeevivar@gmail.com

Lic. Valeria Barbuto  Memoria Abierta/ Equipo de Antropología Política y Jurídica (UBA)  vbarbuto@gmail.com

 

 

Sesión 1: Lógicas de archivo I

 

 

ABRINDO TONY MIYASAKA, NOTAS ETNOGRÁFICAS SOBRE UM ARQUIVO PARTICULAR

Rafael Franklin Almeida Bezzon. Mestrando em Ciências Sociais, UNESP-FCLar

 

Os arquivos existem desde que os homens decidiram guardar documentos, fotografias, objetos, relativos às suas produções. Os arquivos foram evoluindo e se modificando conforme as atividades foram se transformando, nesse sentido ao inventarem a fotografia surgiram os arquivos fotográficos, necessários para a conservação dessas produções imagéticas, seja em arquivos sob a guarda de instituições do Estado, seja em arquivos particulares. A presente comunicação, fruto de uma pesquisa em andamento, no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais na Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” no campus de Araraquara (UNESP-FCLar), tem como objetivo refletir sobre a importância da pesquisa com arquivos fotográficos particulares, utilizando, como base, o instrumental teórico da Antropologia Visual. Especialmente, refletir sobre a experiência de pesquisa etnográfica, em andamento, no arquivo e do arquivo de um fotógrafo, Tony Miyasaka, da cidade de Ribeirão Preto, localizado no interior do Estado de São Paulo. O arquivo é composto por fotografias que tem como temática central o desenvolvimento da cidade, o registro de pessoas ilustres, entre outros temas. Partindo da perspectiva defendida por Elizabeth Edwards de que arquivos são potencialmente pesquisáveis, “resourceful” e não apenas fontes para a pesquisa, a etnografia tem como foco as fotografias e negativos que compõem esse arquivo, aproximadamente três mil, por serem portadoras de agência e mediarem a relação entre pessoas e pessoas, e pessoas e coisas. Dessa maneira, as fotografias e negativos são os grandes informantes na abertura do arquivo fotográfico.

Palavras chave: Arquivo Particular, Fotografia, Etnografia, Antropologia Visual.

 

 

 

REFLEXIONES EN TORNO AL TRABAJO CON ARCHIVOS DE LAS FUERZAS ARMADAS EN EL MARCO DE LAS POLÍTICAS ESTATALES DE MEMORIA, VERDAD Y JUSTICIA

Verónica Almada. Prof. de enseñanza Media y Superior en Ciencias Antropológicas.

Facultad de Filosofía y Letras, UBA.

 

La reapertura de causas judiciales por delitos de Lesa Humanidad en la República Argentina, conllevaron el requerimiento de una gran cantidad de información relacionada con el accionar de las Fuerzas Armadas durante la última dictadura militar. Sin embargo, este proceso se veía obstaculizado porque la documentación sobre dicho periodo continuaba bajo clasificación de seguridad. La primera medida en pos de superar ese obstáculo llegó en 2010 cuando, a través del decreto 4/2010, el Poder Ejecutivo relevo de la clasificación de seguridad a toda aquella información y documentación vinculada con el accionar de las Fuerzas Armadas durante el período 1976 y 1983.

Ese mismo año, la Ministra de Defensa conformó en el ámbito de la Dirección de Derechos Humanos un Grupo de Trabajo que emprenda la tarea de relevamiento y análisis de toda la documentación de valor histórico y/o judicial que se encuentre custodiada en dependencias de las Fuerzas Armadas.  El presente trabajo, constituye un repaso sobre la labor de dicho Grupo de Trabajo, atendiendo a los obstáculos iniciales y los avances conseguidos. Pero, también propone una reflexión en torno a dicha tarea. Porque, abordar el análisis de la documentación implicó también el trabajo de comprender las lógicas internas de un grupo socialmente distante a cualquiera que no se aliste en sus líneas y del cual la antropología social se había interesado excepcionalmente. Sumado a ello, este análisis debía hacerse sobre el pasado, siguiendo a Sarrabayrouse Oliveira, se podría decir que implicó -por momentos- un viaje a través del tiempo. El objetivo de esta reflexión es sostener no solo la importancia del acceso a esta documentación para los juicios de Lesa Humanidad, sino también del análisis y comprensión de las relaciones, prácticas, valores, costumbres, conflictos y actores, detrás de dichos documentos.

Palabras Clave: Archivos, Dictadura, Fuerzas Armadas, Políticas de Memoria, Verdad y Justicia.

 

 

LOS ARCHIVOS, LA ARCHIVÍSTICA Y EL PUNTO DE VISTA DEL NATIVO

Eva Muzzopappa. IIDyPCa – UNRN / EAPJ – UBA

 

El trabajo presenta algunos de los ejes a partir de los cuales desarrollo actualmente un trabajo etnográfico sobre archivos de inteligencia de diferentes burocracias estatales –de policías, de servicios provinciales de inteligencia y de la Armada argentina- creados y utlizados en diferentes períodos históricos. En esta propuesta de análisis se reflexiona sobre la utilidad metodológica en la confluencia simultánea de algunos principios de la perspectiva etnográfica y algunos de la disciplina archivística.

Particularmente, esta ponencia se detiene en la cuestión de la perspectiva etnográfica entendiendo que la Antropología es un ejercicio de ruptura con el sentido común del antropólogo, a fin de reconstruir algo que puede ser de sentido común de algún otro. Se trata, dice Clifford Geertz, una “desintegración analítica de la que extrae su autoridad el sentido común”, con lo cual el antropólogo se limita a organizar y sistematizar lo que “ya se sabe” (también lo que se hace pero no se sabe). Este trabajo apunta a «ver las cosas desde el punto de vista del nativo”. Sobre las diferentes reformulaciones de este objetivo antropológico y su utilidad para el abordaje y estudio de diversos archivos se detiene también este trabajo.

Palabras clave: archivos, burocracias estatales, etnografía, organismos de inteligencia

 

 

Sesión 2: Lógicas de archivo II

 

 

ARQUIVOS E MEMÓRIAS NA TRAJETÓRIA DE UM INDUSTRIAL BRASILEIRO

Sérgio Martins Pereira

 Cristiane Muniz Thiago.

Universidade Federal do Maranhão y Universidade Federal do Sul da Bahia, Brasil

 

O objetivo deste trabalho é refletir sobre o papel de dois arquivos na construção da biografia e das memórias familiares em torno da trajetória do empresário Jesus Norberto Gomes (1891-1963), um empresário industrial natural do estado do Maranhão – Brasil. Escrita por um de seus filhos e publicada pela Academia Maranhense de Letras, a biografia do empresário retrata seu sucesso econômico, bem como sua prisão por suposto envolvimento com o comunismo, em 1935, durante o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945). Além de baseada numa tradição oral e familiar, a construção destas memórias é alimentada por documentos e arquivos pessoais e institucionais ligados à família. Como administrador das empresas da família, filho e biógrafo, Elir Gomes reuniu documentos que retratam a trajetória do seu pai. O outro arquivo representado na biografia está relacionado à prisão de Jesus Gomes em 1935. O Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro reúne parte dos documentos da chamada “Polícia Política” no Brasil - órgãos estatais que foram responsáveis pela repressão e produção de informações relacionadas aos crimes políticos. Ao refletir sobre os usos dos arquivos público e privado que mapeiam a trajetória de Jesus Gomes, analisaremos limites e possibilidades impostos pela natureza desses dois tipos de arquivo e a transformação de suas funções em diferentes momentos. Partimos da hipótese de que a memória coletiva da família Gomes não é independente de registros “burocráticos”, como os documentos das empresas da família ou os arquivos oficiais do Estado brasileiro produzidos em um período político de exceção.

Palavras-chave:Arquivos; Memória; Polícia Política; Maranhão; Brasil.

 

 

 

 

BIBLIOTECA COMO ARQUIVO: HORIZONTES PARA UMA PESQUISA HISTÓRICA EM ANTROPOLOGIA

Pedro Henrique Galdino. Mestrando em Antropologia Social (UNICAMP – Brasil); galdino.pedro@gmail.com

 

Um trabalho na antropologia que tenha por objetivo pesquisar um autor ou um momento de sua vida e obra, quase sempre se vê na iminência de realizar uma pesquisa em seu arquivo pessoal. No entanto, levado pelo meu interesse em realizar uma pesquisa histórica sobre a fase tupinista da obra de Florestan Fernandes, algumas questões se mostram pertinentes, do ponto de vista metodológico, para dar prosseguimento na pesquisa. Isso porque o arquivo pessoal do autor encontra-se reunido em meio à sua biblioteca pessoal, doada para a Universidade Federal de São Carlos e alocada na biblioteca central da instituição. Nesse sentido, pareceu-me pertinente interpelar sobre os sentidos que a biblioteca pode ter numa pesquisa histórica em antropologia. Assim, esta comunicação pretende discutir as possibilidades de abordar a biblioteca como arquivo, isto é, construções culturais que, por meio de artifícios classificatórios e uma economia interna dos objetos complexos de que se ocupam, produzem narrativas pessoais, temáticas e disciplinares inscritas em registros temporais. Desse modo, esta apresentação se desdobra em dois momentos: num primeiro me proponho a expor as aproximações possíveis entre biblioteca e arquivo e, num segundo, o que essa aproximação abre de horizontes metodológicos para uma pesquisa histórica em antropologia.

Palavras-chave: biblioteca; arquivo; história da antropología.

 

 

 “VERSIONES OFICIALES”. EL CASO DEL ASESINATO DE TRES MILITANTES DE LA JUVENTUD UNIVERSITARIA PERONISTA A PARTIR DEL ANÁLISIS DE DOCUMENTOS ESTATALES

Melisa Paiaro. CEA-UNC / CONICET

 

Tanto en las denuncias de las víctimas y de familiares de desaparecidos, como en documentos producidos por las fuerzas de seguridad y en las publicaciones de la prensa, ha sido evidenciado el rol del Comando Radioeléctrico (CRE) en los operativos de control, secuestro, allanamiento y detención que culminaron con la muerte o el traslado de personas en la ciudad de Córdoba en la década del `70. Hasta el momento, tres de los seis juicios por delitos de lesa humanidad desarrollados en la provincia, han condenado los crímenes cometidos por miembros de este cuerpo policial. El presente trabajo propone analizar las distintas versiones oficiales vertidas en “documentos estatales” respecto de los acontecimientos que culminaron en el asesinato, en manos de miembros del CRE, de tres militantes de la Juventud Universitaria Peronista el 2 de junio de 1976. Durante el registro de las audiencias del juicio “Menéndez V”, me fue posible advertir la existencia de tres narrativas “estatales” respecto de aquel crimen: la del Tercer Cuerpo de Ejército, la de la Policía Federal Argentina y la de la Policía de la Provincia de Córdoba (Libro de Guardia del CRE). Cuidándonos de escindirlos analíticamente de los particulares procesos históricos que los generaron y de los diversos escenarios que los mismos contribuyen (en distintas temporalidades) a constituir, este trabajo indaga, por un lado, en la construcción de las versiones oficiales sobre el asesinato y, por el otro, en el rol que dichos documentos cumplen en la actualidad en el contexto judicial.

Palabras claves: documentos estatales - versiones oficiales – asesinato político - Comando Radioeléctrico.

 

 

ARCHIVOS Y SITIOS DE MEMORIA: REFLEXIONES EN TORNO A LOS PROCESOS LATINOAMERICANOS

Valeria Barbuto. Memoria Abierta / EAPJ (UBA)

 

Los archivos de derechos humanos han sido un tema central en todos los procesos políticos latinoamericanos. La documentación de casos e investigaciones destinadas a probar los patrones de los crímenes se extiende en el tiempo y disputa distintos sentidos. Desde las discusiones por  el conocimiento o “descubrimiento de evidencia”, las acciones por lograr una apropiación social del pasado, la lucha contra la impunidad, hasta la construcción de políticas públicas.

Los archivos pueden ser entendidos como una potencia situada, un territorio dialógico de enunciación que define sus propios límites haciendo referencia a la instancia del discurso en acto, en relación al acontecimiento en el cual es leído y a la estructura que construye las reglas a partir de las cuales es posible su lectura. Esta conceptualización operativa, destinada al ordenamiento y accesibilidad de los documentos sólo puede llevarse adelante recuperando los espacios de disputa y reapropiación en el tiempo.

Este trabajo se propone reflexionar sobre una apropiación particular de los sentidos del archivo producida en el vínculo entre “sitios de memoria” y “archivos de derechos humanos” en algunos países de Latinomérica. Se pregunta sobre los horizontes de acción de este vínculo entre sitios y archivos, sobre la vinculación de estos dispositivos como vehículos de memoria y sobre sus dilemas y tensiones en los procesos de memoria, verdad, justicia, reparación y paz.

Palabras clave: sitios de memoria – políticas públicas – derechos humanos – archivos.

 

 

Sesión 3: Tras el archivo

 

 

ENTRE CARIMBOS, INSÍGNIAS ACADÊMICAS E PAPÉIS QUE DOCUMENTAM A DOCUMENTAÇÃO: O NÃO ACESSO COMO FORMA DE ACESSO

Larissa Nadai. Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e Núcleo de Estudos de Gênero Pagu – UNICAMP.

 

Esta comunicação busca lançar luz à documentação encaminhada à Comissão Científica do Instituto Médico Legal (IML) do Estado de São Paulo, com vista a solicitar acesso aos arquivos e expedientes de trabalho dessa corporação, na cidade de Campinas. Circunscrita às perícias criminais envolvendo casos de estupro, minha atual pesquisa de doutorado foi negada nessa instituição pela referida Comissão. Nesse sentido, o intuito desta proposta é colocar sob reflexão o indeferimento de minhas pretensões de investigação, buscando etnografar as formas pelas quais documentamos, como pesquisadores, a documentação que nos dá (ou não) acesso a essas instâncias burocráticas. Inspirada por Lugones (2014), buscarei apresentar uma espécie de imaginário que, junto ao lastro de carimbos institucionais, assinaturas, documentos pessoais, cartas de intenções, projetos de pesquisa e a insígnia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), atravessam a confecção desses papéis. “Credulidades compartidas” em torno daquilo que, como “sujeitos estatais”, nós imaginamos ser os expedientes de certas instâncias policiais, bem como, as estratégias mais eficazes de conseguir acesso a eles. Com o propósito de desdobrar algumas considerações metodológicas sobre o que não se pode acessar, darei atenção aos efeitos produtivos indexados pelo mencionado indeferimento e aos fragmentos-pedaços por meio dos quais as investigações empíricas de minha tese de doutorado têm sido desenhadas. A saber, entrevistas com médicos legistas, aulas de medicina legal, contatos pessoais e visitas guiadas. Minha hipótese é que essas muitas fragmentações dão visibilidade às fronteiras, articulações e relações que sustentam o IML, enquanto instituição.

Palavras-chaves: documentos oficiais; acesso; instâncias estatais; burocracia.

 

 

APORTES DEL REGISTRO ESCRITO A UN ESTUDIO DE PANTEONES RURALES EN LA FRONTERA URUGUAY-BRASIL

Elena Saccone. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación, UdelaR

 

La complejidad de ciertos tópicos hace que los estudios interdisciplinarios sean una necesidad. Para la antropología de la muerte en particular la línea de evidencias de la documentación es un complemento indispensable de la cultura material y la tradición oral. La conjunción de evidencias permite una interpretación de ciertas pautas sociales que trascienden a la muerte y buscan reconocer a los vivos detrás de las representaciones. En el presente trabajo se aborda el estudio de fuentes documentales primarias – actas del registro civil– de la región norte de Uruguay. Los datos de las personas fueron obtenidos de panteones y enterramientos en tierra en zonas rurales y más allá de los datos sobre sus muertes consignados en las partidas de defunción, estas nos llevan a conocer detalles sobre su vida, su condición social y su familia. Se observa una proporción importante de extranjeros en la población de la zona, que disminuye a lo largo del período de estudio. Las nacionalidades también pueden ser correlacionadas con la ocupaciones, entre las que se destacan los hacendados y los comerciantes. En ocasiones se hallaron partidas de otros registros vitales (nacimiento o matrimonio) e incluso registros de otra procedencia que aportan datos esenciales para la interpretación. Se plantea un ejemplo que utiliza documentación del libro de registros de una escuela rural y documentación de migraciones, que sumadas a las partidas de registro civil, permiten realizar una interpretación sobre la historia de vida de dos personas que nacieron en la misma zona y en el mismo año pero en contextos socio- económicos distintos.

Palabras clave: Antropología de la muerte; registro civil; panteones rurales; frontera; Uruguay.

 

 

SOB O MOFO DA HISTÓRIA: OS DOCUMENTOS DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE OBRAS CONTRA AS SECAS

Fernanda Lucchesi. PPGAS-USP

 

A primeira instituição brasileira de combate às secas na região Nordeste, a Inspetoria de Obras Contra as Secas (IOCS), foi criada em 1909 e renomeada IFOCS (Inspetoria Federal) em 1919 e DNOCS (Departamento) em 1945. Conforme informação de seu site, até 1959, o DNOCS foi "a única agência governamental federal executora de obras de engenharia na região", construindo diretamente açudes, estradas, pontes, portos, ferrovias, sendo o único responsável pelas políticas de socorros às populações afetadas. A perda da importância do órgão pode ser avaliada pelo estado de conservação de seus açudes, prédios e, de maneira especial, de seus arquivos. O primeiro arquivo pesquisado foi o da repartição do órgão na cidade de Coremas, no sertão paraibano, como parte da pesquisa de doutorado em curso. O acervo encontra-se danificado pela ação da humidade e bichos. Os arquivos da sede do órgão na capital João Pessoa apresentam o mesmo aspecto desolador, com documentos destruídos e desordenados. Parte do acervo foi organizado e transferido para Recife, em 1970, sede que também não ficou incólume à decadência do DNOCS. O antes imponente prédio do órgão foi repartido para abrigar mais duas repartições federais e uma enchente agravou a situação dos documentos. O presente trabalho busca refletir sobre os arquivos do DNOCS em Coremas, João Pessoa e Recife, explorando as pistas deixadas pelos documentos, e também sobre o que a destruição dos arquivos podem revelar.

Palavras-chave: DNOCS, Seca, Paraíba, Arquivos.