RESUMEN GRUPO DE TRBAJO 34

GT 34. LA REPRODUCCIÓN HUMANA LABORATORIAL: PERSONAS, EMBRIONES, GAMETOS Y BIOTECNOLOGÍAS EN AMÉRICA LATINA

Coordinadores:

Marlene Tamanini Doutor(a) - Universidade Federal do Paraná; tamaniniufpr@gmail.com

Mariana Viera Cherro (Doctoranda-Universidad de la República); marianaviera@yahoo.com

 

 

EL PODER DE LA ESPERA: PROCESOS Y EXPERIENCIAS EN TORNO A LOS TRATAMIENTOS MÉDICOS DE REPRODUCCIÓN BIOTECNOLÓGICA

 

Anahí Farji Neer (UBA/CONICET) anahifarji@hotmail.com

 Yasmín Mertehikian (UBA/ UNGS-IDES)

 Santiago Cunial (UBA/CONICET/UTDT)

 Florencia Fontana (UBA)

 María Victoria Weisbrot (UBA)

 Emiliano Kolkowski (UBA)

 

En el presente trabajo se analizan las experiencias de la espera en personas que llevaron adelante tratamientos médicos de reproducción biotecnológica. El trabajo se enmarca en una investigación de más largo alcance sobre la experiencia de la espera y la práctica de hacer esperar, con sede en el Instituto Germani de la Universidad de Buenos Aires. Las dinámicas de la espera son concebidas como manifestaciones de relaciones de poder que pueden ser abordadas a partir de los modos en que se producen, sus efectos, y las disputas y negociaciones entre los actores implicados. Desarrollamos una estrategia de investigación cualitativa basada en la realización de entrevistas en profundidad a personas y parejas que hayan llevado adelante tratamientos médicos de reproducción biotecnológica en el Área Metropolitana de Buenos Aires. Indagamos en los motivos que llevaron a las personas a realizar los tratamientos, las particularidades que asume el proceso de la toma de decisión en torno a los mismos, la cantidad y tipo de tratamientos realizados y las expectativas y procesos emocionales puestos en juego. A partir del análisis de los relatos obtenidos, secuenciamos la temporalidad de la espera en tres momentos en relación a la realización de las intervenciones médicas: antes, durante y con posterioridad a las mismas. En función de dicha temporalidad comparamos cómo las experiencias de la espera se vinculan con aspectos institucionales, corporales, subjetivos y vinculares y las estrategias que ponen en práctica los sujetos a fin de acortar la espera o bien hacerla productiva.

Palabras clave: reproducción humana-biotecnología-espera

 

 

 

 

 

 

LEGISLAR SOBRE LA VIDA: LOS SABERES EXPERTOS Y LA REGULACIÓN DE LA GESTACIÓN POR SUSTITUCIÓN EN EL PROYECTO DE LEY DE REFORMA, ACTUALIZACIÓN Y UNIFICACIÓN DE LOS CÓDIGOS CIVIL Y COMERCIAL. ARGENTINA 2012 – 2013

 

Guadalupe Moreno. IDAES – UNSAM (Argentina); guadalupedmoreno@gmail.com

 

Este trabajo analiza las respuestas legislativas que se han dado en Argentina ante el desafío de regular las técnicas de reproducción asistida. En particular, se focaliza sobre la propuesta contenida en el Articulo Nº 562 del Proyecto de Ley de Reforma y Actualización de los Códigos Civil y Comercial (2012), para legislar la gestación por sustitución. El análisis sostiene que la definición de la gestación por sustitución como un tema de interés digno de atención legislativa no puede separarse del momento histórico en el cual este tópico capto la atención de los juristas. Más aun, su emergencia debe ser entendida en el contexto más amplio del avance de los discursos sobre los derechos reproductivos y la igualdad de género, los cuales han tenido gran importancia en Argentina durante los últimos años (Brown, 2004; Petracci, 2009; Libson, 2013). Al remarcado como, en el plano local, tales reclamos han estado tradicionalmente enmarcados dentro de una retórica que alude a los derechos humanos, en particular, al derecho a la salud; lo que ha traído como consecuencia una fuerte presencia del paradigma biomédico en este campo, que ha derivado en que las políticas públicas en materia de derechos reproductivos estuvieran fuertemente atravesadas por nociones como “salud”, “enfermedad” y “normalidad” (Cepeda, 2008; Torres, 2009).

Palabras clave: Saberes autorizados, gestación por sustitución, derechos reproductivos, cuerpo, biopolítica.

 

 

LA REPRODUCCIÓN HUMANA MÉDICAMENTE ASISTIDA EN LA ARGENTINA: DISPARIDAD, AVANCES, LIMITACIONES Y  SILENCIOS LEGISLATIVOS

Cecilia Straw, FCS-UBA; cecilia.straw@gmail.com

 

El desarrollo y la aplicación de las tecnologías de reproducción humana asistida (TRHA) en la Argentina  son profundos. Así lo muestran las tres décadas de trayectoria de las instituciones médicas privadas (y más recientemente públicas), los 9857 ciclos de reproducción asistida iniciados en 2011, como los 23289 niños nacidos entre 1990 y 2011 que corresponden al 20,4% de los nacimientos ocurridos en América latina (REDLARA, 2011). Frente a esta realidad tangible, los objetivos de la ponencia son describir y reflexionar sobre la legislación de las TRHA en nuestro país. Múltiples leyes, decretos y reglamentaciones a nivel nacional y provincial dejan en evidencia un panorama dispar respecto de los aspectos legislados en el que sobresalen avances y limitaciones legislativas, y donde persisten importantes vacios legales que revelan los perfiles injustos en el derecho a gozar de los avances científicos, a la vez que riesgosos para la salud de las mujeres.

Palabras clave: Reproducción Humana Asistida; Legislación; Argentina.

 

 

 

ÓVULOS, SÊMENS E CERTIDÕES: MATERNIDADES LÉSBICAS E TECNOLOGIAS REPRODUTIVAS NO BRASIL

Anna Carolina Horstmann Amorim - Doutoranda em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Integrante do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades. NIGS/UFSC; anna.horstmann@hotmail.com

 

Neste artigo estabeleço uma reflexão sobre o artesanato fino das relações de parentesco de mulheres lésbicas cissexuais que recorrem ao uso de tecnologias de reprodução assistida. Foco-me nos modos que estes casais utilizam-se das tecnologias reprodutivas para realização de seus desejos de maternidade e filiação e inserem-se em uma busca por “filhos seus”.  Ou seja, filhos concebidos a rigor de uma noção biologizada de pertencimento e parentesco onde se asseguram os laços através da participação bio/genética na reprodução. Assim, debruço-me sobre as estratégias encontradas pelos casais formados por mulheres para a garantia desta dupla participação na filiação. Dois são os caminhos mais habituais para a construção do ideal da dupla participação do casal na fabricação da uma criança em laboratório. O primeiro refere-se a escolha minuciosa do doador de sêmen. Em geral, busca-se um doador que assemelhe-se física e psicologicamente a mulher que não será inseminada na garantia de que algo na criança pareça-se como ela. Outro modo é a técnica chamada ROPA (Recepção de Óvulo da Parceira) na qual uma parceira doa o óvulo que após fertilizado é transferido para sua parceira. Esta técnica parece vigorar como a mais desejada, pois garante a dupla participação biológica na fabricação dos filhos e garante de modo mais eficaz o reconhecimento das relações forjadas em laboratório por mulheres lésbicas. Assim, elucido as tramas que circundam este universo reprodutivo e os impactos que o recurso a estas tecnologias e procedimentos tem sobre os corpos, pessoas, leis, relações e concepções de parentesco no Brasil.

Palavras chave: reprodução assistida; maternidade, lesbianidade, parentesco.

 

 

OS USOS DO TEMPO: PRÁTICAS REPRODUTIVAS E REGULAÇÕES NO CONTEXTO DA  REPRODUÇÃO MEDICAMENTE ASSISTIDA

 

Eliane Vargas. Pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz da Fundação Oswaldo Cruz, Docente da Pós-Graduação em Ensino em Biociências e Saúde/IOC/Fiocruz e da Pós-Graduação em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/FIOCRUZ), Brasil; elianepvargas@gmail.com

Luciane Moás. Professora do Departamento de Ciências jurídicas da UFRRJ do Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Brasil, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro; lumoas@yahoo.com.br

 

O trabalho tematiza o crescimento da infertilidade relacionada à idade na sociedade contemporânea o que traz um questionamento do modelo de reprodução medicamente assistida apoiado em pressupostos estritamente terapêuticos em termos de suas normas e práticas. A circunscrição da infertilidade ao registro do relógio biológico que tem como medida e referência apenas o tempo cronológico limita a compreensão acerca da ausência de filhos na experiência de indivíduos e/ou casais. Dados etnográficos apontam que o tempo, como uma variável relevante relativa à concretização do desejo de filhos, se encontra determinado não só pelos aspectos biológicos (e patológicos da infertilidade), mas associados à duração do casal, ao uso de métodos contraceptivos e aos projetos profissionais e pessoais o que determina os modos diferenciados dos usos da medicina reprodutiva. Há práticas sociais que não são mais consideradas novas, mas continuam causando polêmica e dissensos, daí a necessidade de ampliação do debate. Em meio ao desamparo legal experimentado pelos casais quanto aos aspectos regulatórios que balizam os procedimentos médicos, permanecem no cenário brasileiro apenas as orientações éticas do Conselho Federal de Medicina (CFM) que segue ocupando este vazio legislativo na cena social, o que não acontece sem tensões e conflitos. É o caso da regulamentação médica que estabelece limite máximo de idade para as mulheres que se candidatam à reprodução assistida, ação esta questionada recentemente pelo Ministério Público que pretendemos problematizar.

Palavras chave: corpo reprodutivo. Gênero. Tecnologia Reprodutiva.

 

 

REPRODUÇÃO MEDICALIZADA: UMA ANÁLISE DAS ARTICULAÇÕES DISCURSIVAS

Sheila Bezerra – Doutora em Sociologia/UFPE – Professora substituta UFPE/CAA – mms.sheila@gmail.com

 

Há posicionamentos discursivos diferenciados em torno das Tecnologias de Reprodução Assistida (TRA) e a tese que fundamenta o artigo que se segue, debruçou-se na análise das forças que disputam a hegemonia em torno do significado das TRA. Os desdobramentos estiveram na identificação das regularidades e dispersões discursivas em torno do significado do sacrifício e do sofrimento como construtos de feminilidade e reprodução no contexto da medicalização da reprodução e, ainda, na análise de como a articulação entre Estado, Ciência Médica e Mercado têm repercutido nos discursos que as mulheres produzem acerca de si mesmas e de suas experiências pessoais ao buscar a FIV. A análise de documentos, a realização de entrevistas e o relato etnográfico levaram aos discursos das “tentantes” que fizeram a FIV nos serviços de RA da cidade de Recife, aos discursos dos maridos, do Estado, da ciência médica, e da indústria médico-farmacêutica, a fim de problematizar suas articulações. A principal inferência a qual chegamos é que as dispersões provocadas pelos elementos apontados, acima de tudo, pelas feministas radicais, não têm ameaçado a hegemonia da maternidade biológica. Pelo contrário, a regularidade nos discursos em torno dos sacrifícios e sofrimentos como construtos de feminilidade e reprodução, em consonância com o discurso liberal da potencialização das escolhas reprodutivas das mulheres pelas TRA, tem reforçado as concepções em torno da “mulher-mãe”, que toma para si a condição de mãe antes mesmo de sê-la, ou mais propriamente da mulher que é, em si mesma, a memória daquilo que “deve” ser esquecido, mas que as TRA rememoram.

Palavras-chave: Direitos reprodutivos, Fertilização in Vitro, Sacrifício, Feminilidade, Reprodução

 

LAS TRA O EL HIJO A CUALQUIER PRECIO

Elina Carril Berro. Prof Titular.  Instituto Universitario de Posgrado de Audepp (IUPA). Integrante del Consejo Académico del IUPA, Integrante de la Direccion Académica de La Maestría en Psicoterapia Psicoanalítica –IUPA. Ex Prof. Adj. Y Coordinadora del Programa Genero, Salud Reproductiva y Sexualidades, Facultad de Psicologia (UdelaR).

El aborto voluntario   (el no a la reproducción, el no al embarazo,  el no a la maternidad) pone en negro sobre blanco la complejidad y lo dilemático  de la reproducción humana. Contrasta este no a como sea, con el sí al embarazo a toda costa. Deseos antagónicos que brotan de miles de mujeres que en todas partes del mundo se entregan, por un lado, a la gestión tecnológica de la reproducción a cualquier precio y por otro, recurren a cualquier  procedimiento para interrumpir la gestación. Un hijo a cualquier precio y un aborto a cualquier precio expresan lo mismo, que la maternidad es una experiencia en la que el deseo de las mujeres es sustancial (Lamas, 2003). Sin negar la contribución biológica  de los hombres en los procesos reproductivos, así como la responsabilidad significativa en el plano afectivo, legal y social que implica la paternidad, no puede soslayarse que la reproducción  sigue ocurriendo principalmente en el cuerpo de las mujeres.  Se propone en esta comunicación compartir algunas reflexiones y preguntas que habiendo partido de la clínica psicoanalítica,  definen una línea de investigación que se llevara adelante en el Instituto Universitario de Posgrado de AUDEPP. El propósito de la misma es indagar cuales son los efectos de las TRA en la subjetividad de las mujeres que, han optado por recurrir a las tecnologías de la reproducción frente a problemas de infertilidad/esterilidad.

Palabras clave: Maternidad-aborto-reproducción asistida;  TRA; psicoanálisis.

 

 

LA CIGÚEÑA  EN  EL TERCER  MILENIO: APORTES PSICOANALÍTICOS

 

Dra Rosario Allegue - Doctora en Medicina, Especialista en Psiquiatría. Integra en Consejo Académico del Instituto Universitario de Posgrado de AUDEPP (Asociación Uruguaya de Psicoterapia Psicoanalítica ); rosarioallegue@gmail.com

 

La posibilidad de generar vida con participación tecnológica marca un verdadero acontecimiento , que desordenó los parámetros que desde siempre definieron la procreación y con ello el orden simbólico de la cultura. Investigar desde diferentes disciplinas esta nueva realidad biomédica nos enfrentó a la siguiente pregunta : ¿ hasta dónde es posible pensar de otra manera acerca del origen de la vida humana ? Han pasado casi cuatro décadas desde le primer nacimiento por fertilización asistida. Estamos en condiciones ,desde las diferentes disciplinas de dar cuenta de algunos de los efectos en la cultura , de los cambios en el psiquismo y en la subjetividad de las personas que este acontecimiento ha generado , creando un nuevo universo de significaciones. Me propongo en este trabajo el estudio de las dificultades que surgen en la reproducción humana y el intento de repararlas a través del uso de la tecnología , desde algunos de los ejes por donde transcurre su abordaje : 1. La necesidad de un enfoque interdisciplinario resaltando los aportes posibles desde el psicoanálisis; 2. La reproducción humana, desde una perspectiva de género , fuertemente vinculada con los discursos sociales sobre la maternidad y la paternidad y las relaciones de poder entre los géneros.

Palabras clave: Biotecnología, Sexualidad, Género

 

 

OBTENER, PRESERVAR Y  GAMETOS. UNA MIRADA SOBRE LA CONSTRUCCIÓN BIOTECNOLÓGICA DEL MATERIAL REPRODUCTIVO

 

Mariana Viera Cherro. Profesora Asistente del Departamento de Antropología Social (DAS-FHCE); marianaviera@yahoo.com

 

El trabajo que presento se enmarca en mi tesis doctoral. En ella me propongo hacer una etnografía de la gestión de gametos (óvulos y esperma) para tratamientos de reproducción asistida en Uruguay. A partir de esta aproximación abordo los nudos simbólicos sobre los cuales procede la gestión de gametos para desde allí analizar las desigualdades de género que se producen y reproducen en este contexto en particular. Las tecnologías de reproducción asistida (TRA) intervienen materiales que definen como “biológicos” para lograr la reproducción humana y en ese proceso de intervención implican consideraciones del orden de lo simbólico -entre éstas consideraciones de género-, aunque las mismas resulten invisibles en tanto se asume que es la materialidad la que carga con los atributos. En ese mismo proceso definen también los límites de lo biológico y por tanto de una biología necesariamente generizada.  La naturalización de los atributos relativos a los gametos tiene asimismo efectos en el modo en que se aborda a los sujetos que los proveen: desde la captación de donantes hasta el modo en que se l@s compensa. Mi interés es aproximar algunas reflexiones surgidas de un trabajo de campo aún incipiente sobre el modo en que se gestiona la donación de gametos en Uruguay inscribe significados culturales en los materiales reproductivos y cómo ello opera para producir y reproducir desigualdades de género en intersección con otras.

Palabras clave: Tecnologías de reproducción asistida/reproducción/biotecnologías/donación de gametos/género

 

 

AS NOVAS  TECNOLOGIAS  DA  REPRODUÇÃO HUMANA, SEU CENÁRIO NACIONAL, REGIONAL E   TRANSNACIONAL: DESAFIOS ÀS  RELAÇÕES DE  GÊNERO?

Marlene Tamanini – Profa no Departamento de Ciência  Política  e  Sociologia  e no Programa de  Pós-Graduação  em Sociologia, Coordenadora do Núcleo de Estudos de Gênero da  UFPR; tamaniniufpr@gmail.com

 

Esta  exposição  analisa   as  reconfigurações do trabalho reprodutivo com sua expansão internacional, nacional e regional. Ressalta-se a globalização dos usos das tecnologías  conceptivas, os  seus  efeitos sobre  os sistemas  sexo e gênero e sobre os processos de subjetivação na transnacionalização dos atuais usos reprodutivos. Considera-se  elementos deste mercado de  tecnologias  e de produtos  dos corpos que é  transnacional, bem como  os argumentos que constroem performances para dar suporte as  experiências pessoais  e  emocionais  de pessoas inférteis. Agenciamento e  agencia se manifestam tanto nas  experiências, quanto nos motivos  e nas razões  para  o uso  da medicina  reprodutiva.

Palavras  chave: Trabalho reprodutivo, procesos de  subjetivação, mercado, tecnologías.